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O “Movie-Drome” é o foco do manifesto, no qual, ele antecipa a distribuição global dos teatros e bibliotecas de imagens que iriam ligar várias audiências locais.
Consistia numa estrutura pré-fabricada abobadada, no qual, Stan Vanderbeek pretendia explorar a interacção entre a/o exibição/performance/artista e o espectador. Neste estúdio seriam apresentadas múltiplas projecções de múltiplos ecrãs que se interceptavam ou sobrepunham resultando num gigantesco mural e que envolveria dimensionalmente o espectador.